Mundo de ficçãoIniciar sessãoLá fora ainda era noite, embora não fossem nem dez da manhã. Vince teve a sensação de que poderia ser noite para sempre naquela câmara.
Artur olhava pela janela. Não se moveu quando Vince se aproximou e o abraçou delicadamente por trás.
— É como dormir — falou Artur, quase sem abrir os lábios. — É como dormir e não sonhar, só que… diferente.
— Voltei tão logo quanto pude.
— Não tem problema. Foi indolor.
Vince fechou os olhos e ouviu as ondas se quebrar







