KAELEN
O ar dentro da sala de exames tinha o cheiro característico da limpeza aurélia – ozônio, álcool etílico puríssimo e um leve traço de metal. Não era o cheiro dos hospitais humanos, de desinfetante barato e desespero. Aqui, tudo era eficiência silenciosa e tecnologia quase silenciosa. Eu deveria estar na minha cama, dormindo as poucas horas que meu corpo exigia após voar de Tóquio, onde um colapso em uma das nossas matrizes energéticas exigira minha presença pessoal. A fadiga era um peso