Capítulo 34

KAELEN

A palavra explodiu na minha mente e então ressoou, baixa e gutural, contra os mármores frios do saguão do meu edifício.

— Merda.

A sílaba, áspera e primitiva, sentiu-se como um corpo estranho na minha língua. Eu não praguejava. A linguagem aurélia valorizava a precisão, não a explosão emocional vazia. O vocabulário humano de baixo calão era uma curiosidade antropológica, não uma ferramenta minha. Mas hoje, a frustração era um ácido a corroer o meu controle usual, e o termo surgiu com u
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