MAYA
O mundo girou e se contraiu num único ponto de náusea insuportável. Saí da cama num salto desesperado, os pés descalços batendo no chão frio enquanto corria em direção ao banheiro. Mal consegui levantar a tampa do vaso antes que a primeira onda de vômito explodisse na minha garganta, amarga e violenta. Meus joelhos fraquejaram, e tive que me segurar na borda fria da porcelana. Vomitei até não restar nada além de ácido e agonia, até as lágrimas escorrerem pelo meu rosto misturadas ao suor