MAYA
O zíper do uniforme preto travou, e um gemido de frustração escapou dos meus lábios – um som abafado e rouco, ainda carregado do eco dos gemidos bem diferentes que havia soltado minutos antes. Minhas mãos tremiam ligeiramente, não de nervosismo, mas da descarga de adrenalina e… de outras coisas. Coisas que Kaelen Aurelius parecia especialista em extrair do meu corpo com uma precisão devastadora.
A cozinha do apartamento dele, um templo de aço inoxidável e granito negro que custava mais do