capítulo 38

CAPÍTULO 38 – JOGOS SILENCIOSOS

ANA

Aprendi cedo a reconhecer perigo.

Nem sempre ele grita.

Às vezes, ele sorri.

Dafne me encontrou na sala de leitura naquela tarde. Eu estava organizando alguns livros de Theo, tentando manter a mente ocupada, quando senti a presença dela antes mesmo de ouvi-la.

— Você gosta daqui — disse, como uma constatação.

— Gosto do Theo — respondi, sem virar.

Ela se aproximou.

— As pessoas sempre começam gostando de uma coisa… e acabam confundindo com outra.

Fechei o liv
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