📘 CAPÍTULO 17 — ENTRE PORTAS FECHADAS E VERDADES QUE ECOAM
Narrado por Ana
A manhã estava calma demais, o tipo de calmaria que sempre engana. William saiu cedo, apressado, com os passos firmes e a gravata perfeitamente alinhada. A porta mal tinha se fechado quando ouvi uma vibração insistente na mesa da cozinha.
Era o celular dele.
— Ana… o telefone do papai ficou aqui — avisou Téo, segurando o aparelho como se fosse uma coisa séria demais para a idade dele.
Suspirei.
— Vamos avisar qua