A porta da sala se abriu com o som familiar das risadas de Sofia ecoando pelo corredor. Cecília vinha logo atrás, reclamando, sem muita convicção, sobre o volume da cantoria.
Helena ainda segurava a imagem do ultrassom entre os dedos, o papel parecia leve demais para carregar algo tão grandioso. Arthur, ao lado dela, tinha aquele brilho nos olhos que não se apagava. Eles haviam combinado contar juntos, sem suspense, mas também sem pressa.
Sofia entrou na sala correndo e parou ao perceber que os