SUBCONSCIENTE DE ARTHUR.
Escuridão, não era uma escuridão comum, não era apenas ausência de luz, era um vazio denso, silencioso. Profundo demais para ser explicado.
Arthur não sentia o corpo, não havia dor, peso, tampouco tempo. Estava apenas flutuando em algum lugar entre o que era real e o que talvez nunca mais fosse mas, aos poucos, algo começou a surgir. Um som distante e abafado, como vozes atravessando água.
— Pressão caindo…
— Aumenta a dose…
— Vamos, mantém estável…
As palavras iam e vi