O outono chega com um sussurro, tingindo as bordas das folhas da amendoeira de um amarelo pálido. É uma mudança gradual, suave, como o próprio ritmo que nossas vidas assumiram, já não há mais sobressaltos bruscos, apenas a maré tranquila dos dias e como Dante costuma dizer, em tom quase de descrença, que estamos atingindo um "ponto de equilíbrio". Não é felicidade estridente, nem a euforia da vitória, é algo mais profundo e sustentável: uma calmaria no centro do ser.
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