Na ampla e ensolarada sala de estar da mansão, o clima era de pura ternura e aconchego. A tarde parecia ter desacelerado propositalmente, como se o tempo também quisesse apreciar aquele momento entre mulheres que, além de amigas, agora eram mães — ou estavam prestes a ser.
Cecília estava sentada em uma das poltronas, com uma das quadrigêmeas aninhada no colo, mamando com calma e os olhinhos semicerrados. Ela sorria com doçura, enquanto acariciava a cabecinha da bebê, que segurava seu dedo com as mãozinhas minúsculas. As outras três estavam dormindo no carrinho triplo estacionado ao lado, mas bastava um ruído diferente para uma delas se mexer ou resmungar.
— Elas são tão pequenas, e já têm tanta personalidade — comentou Samara, rindo enquanto equilibrava nos braços seu bebê de 10 meses, um menininho lindo e cheio de energia, que insistia em tentar fugir do colo para explorar a sala inteira engatinhando.
— Esse aí vai dar trabalho pro Leonardo quando crescer — provocou Cecília, com uma p