Era madrugada quando Caio e Júlia chegaram à sede da Montenegro. O prédio estava praticamente vazio, exceto pela equipe de segurança noturna. Mesmo assim, o clima parecia carregado, como se a escuridão soubesse mais do que devia.
Subiram direto para o andar executivo. Júlia segurava firme o pendrive de Elias Guerra como se fosse um coração pulsando entre os dedos. Ele continha confissões, documentos e imagens que, se autenticadas, poderiam desmoronar o império silencioso de Otávio Simões.
Na sa