A madrugada seguia arrastada, o relógio sobre a cômoda marcava quase cinco e quarenta da manhã. O quarto estava silencioso, iluminado apenas pela luz suave que vinha do abajur ao lado da cama.
Alejandro permanecia ali, sentado ao lado de Natalie, o olhar fixo no rosto dela. Ela dormia, finalmente, depois do efeito dos remédios e do desgaste da noite.
O peito dele ainda doía de raiva, de culpa, de alívio misturado com ódio.
Cada marca no corpo dela era como uma ferida aberta nele.
Malu apare