Florence segurou a mão de Rosana com firmeza e disse:
— É claro que eu te perdoo. Eu sei que você não teve escolha. Eu confio em você.
Ela sorria com aquele leve cheiro de álcool no ar, um sorriso caloroso, tão genuíno que era impossível duvidar.
Rosana assentiu vigorosamente, mas, por dentro, deu um sorriso frio e debochado: “Que idiota. Ainda lembra dessas pequenas gentilezas? Merece ser enganada.”
Rosana rapidamente mudou sua expressão para algo mais preocupado e disse:
— Flor, ouvi