— Alô.
— Florence, sou da polícia. Estou na sua enfermaria. Onde você está? — A voz do outro lado era grave, mas carregava um tom de impaciência.
Florence pensou que, a essa altura, já era tarde. Os policiais haviam sido chamados e não a encontraram, o que explicava a irritação.
— Desculpe, já estou indo.
— Seja rápida.
Ao desligar o celular, Florence aproveitou para empurrar Lucian e enfiou a jaqueta no peito dele.
— Tio, preciso ir. — Ela evitou olhar para Lucian e se virou, saindo