— Ele vai voltar, Rafaella. — murmurei, sentando ao lado dela na poltrona do quarto hospitalar. A luz artificial deixava tudo ainda mais pálido, mas o semblante dela já carregava uma tristeza maior do que qualquer iluminação fria poderia refletir. — Salvattore não é do tipo que desiste fácil.
Ela segurava a mão do irmão como se aquilo pudesse ligá-lo à vida. A mão grande e fria dele repousava entre os dedos delicados de Rafaella, e era como se, por aquele contato, ela tentasse transferir todo