POV Salvattore Bianchi
Quando entrei no quarto do hospital, o tempo parou.
Ela estava ali. Rafaella. Minha menina. Ferida, pálida, com marcas roxas em seu rosto delicado e o olhar distante de quem visitou o inferno — mas viva.
A respiração me escapou como se eu tivesse levado um tiro no peito. Me aproximei devagar, com o coração esmagado pelo alívio e pela culpa. Cada hematoma nela era uma punição direta para mim. Porque eu falhei. Eu devia tê-la protegido. Devia ter previsto o que aqueles filh