Samantha
Voltamos já com a lua subindo, branca e atenta. Ao entrar no pátio, o clã se reuniu sem alarde, olhos brilhando de expectativa. Não era uma recepção de gritos, era uma acolhida que se sente na pele. Maelin veio à frente, os braços cruzados, um sorriso pequeno que, nela, sempre vale muito.
— Conduziu? — perguntou.
— Conduzi. — respondi.
— Protegeu?
— Protegi.
— Escutou?
— Escutei.
Ela então desatou o colar de contas do próprio punho e amarrou no meu braço, abaixo das marcas prateadas.