Samantha
No clã lunar, os dias agora tinham formato de rito. Acordávamos com o céu em um azul que mal cabia nos olhos, e eu seguia para o pátio de pedra onde Maelin já me esperava com o mesmo olhar que pesa e ampara. Oren alinhava os bastões, os demais guerreiros aqueciam em silêncio. Era rotina, mas não era. Em mim, tudo se movia como rio recém-desviado.
— Postura. — disse Maelin, encostando dois dedos entre minhas escápulas — A coluna não é vaidade. É eixo.
Respirei, deixando a espinha cresce