Os ventos da manhã cortavam a fronteira da Terra de Ninguém com a mesma frieza que persistia no olhar dos lobos da guarda. Três deles avançavam com passos silenciosos, farejando o ar e analisando qualquer pista de presença estranha. Enquanto andavam, ouviram sons de passos fracos e um choro baixo que champu a atenção deles.
Uma renegada, talvez?
Em outros tempos, teriam passado direto, ignorado, mas agora ajudar aos que precisavam era um dos pilares que a luna havia deixado bem claro que faria