Atlas entrou na sala do trono feito um furacão.
As portas bateram contra as paredes com um estrondo que ecoou pelo castelo inteiro.
Ele vinha mancando, respirando como uma besta ferida, o colar queimando contra a pele marcada de veias negras. Mas nada disso diminuía a fúria que transbordava dos olhos dele, um olhar venenoso, encharcado de ódio.
— TRAGAM O CHEFE DA GUARDA! — rugiu, arremessando uma mesa inteira contra a parede.
Cadeiras voaram, taças quebraram, as tochas tremeram como se sentis