O calabouço cheirava a ferrugem e mofo. As paredes de pedra suavam umidade, e o som da água pingando do teto era o único ritmo constante naquele inferno. A luz das tochas vacilava, lançando sombras que dançavam nas grades enferrujadas.
Atlas estava ali, e a raiva que exalava dele era quase palpável.
Renee estava jogada contra a parede, os pulsos presos por correntes que deixavam marcas em sua pele, a mordida no pescoço ainda sangrava, o vestido rasgado, a pele coberta de hematomas. Mesmo assim