O som dos pássaros do lado de fora era suave, quase distante. Jully abriu os olhos com dificuldade, as pálpebras pesadas. Por um momento, tudo pareceu turvo, a luz entrando pelas frestas da cabana, o cheiro de ervas queimadas e o som baixo de passos ecoando no corredor. Tentou se mover, mas o corpo doía, estava exausta.
— Ei... — A voz veio baixa, calma. — Calma, não se mexe ainda.
Ela virou a cabeça devagar e viu um homem parado ao lado da cama. Cabelos escuros, curtos, um sorriso leve no rost