Viver entre os humanos era uma hipótese mas Lyra não sabia se gostaria daquilo de verdade.
Eles se viraram de costas para a cidade e continuaram pela mata em silêncio. A civilização ficava para trás, como um mundo paralelo que jamais os aceitaria de verdade. O lobo os seguiu logo atrás, atento, e o vento soprou mais frio naquela parte da floresta.
Caminharam por mais alguns minutos em silêncio, os galhos estalando sob os pés, enquanto os sons da cidade iam ficando para trás, abafados pela mata