Me inclinei até encostar a orelha no peito dele. O silêncio me rasgou. Por um instante interminável, não ouvi nada além do meu próprio sangue martelando nos ouvidos.
— Você não pode… — minha voz falhou. — Você não pode estar morto. Você não pode. Com as mãos tremendo, pressionei firme o centro do peito dele.
Uma. Duas. Três vezes.
— William! — a palavra saiu como um grito abafado pela garganta arranhada. — Respira! Acorda!
Pressionei de novo, e de novo, e quando empurrei mais uma vez, ele en