— Eu não sou como ele — acrescentou, depois de um instante. — Nem quero ser.
Eu realmente acreditei. Não porque ele disse, mas porque estava ali, sentado numa cadeira, mantendo distância, num quarto onde ninguém costumava manter distância alguma.
Ele pigarreou, como se percebesse o atraso.
— Desculpe — disse. — Eu não fui muito cavalheiro. Meu nome é Edmund.
Hesitei por um instante, presa à memória de quando o vi a primeira vez.
— É uma honra conhecê-lo, Edmund — respondi, por fim. — Eu m