Na manhã seguinte, Luna acordou com o som do celular vibrando. Leonel ainda dormia ao seu lado, um braço em volta da cintura dela. Por um segundo, tudo parecia normal, calmo… quase feliz. Mas a lembrança do envelope, da foto, do nome Miguel Vasques Bragança voltou com força.
Ela pegou o celular. Era uma mensagem de número desconhecido.
“Às vezes, a verdade dói mais do que a mentira. Está pronta para descobrir o que Leonel realmente esconde?”
A mensagem vinha com um endereço e um horário: “Rua C