Luna sentia as mãos suadas enquanto se aproximava da cafeteria do centro, onde Arthur havia marcado o encontro. Ele não dissera nada além de um simples: “Apareça. Ou eu conto tudo pro seu namorado.”
O coração batia como se quisesse saltar do peito. Mas ela precisava encarar. Precisava impedir que ele usasse o passado como arma. Não mais.
Quando entrou, o viu no fundo do salão.
O mesmo sorriso sarcástico. O olhar que um dia a fez se sentir desejada… e depois a fez se sentir um lixo. Arthur estav