O silêncio na sala de reuniões do Grupo Bragança era espesso como névoa. Em cima da mesa de madeira escura, os documentos trazidos por Leonel estavam dispostos com cuidado, como provas de um julgamento silencioso. Alexander folheava os papéis com expressão impassível, mas seus olhos denunciavam a tempestade interna. Ao seu lado, Luna mantinha as mãos cruzadas no colo, o maxilar levemente tensionado.
Leonel, por sua vez, permanecia em pé, distante da mesa, como se soubesse que cada palavra sua e