Jogo o corpo na poltrona que tem o meu cheiro — bom, que costumava ter só o meu cheiro, mas que agora tem a lavanda dela misturada. Amallia tem ficado aqui no escritório, e eu nem precisava que Selina me contasse isso para saber que ela usa a minha poltrona para estudar o mapa.
Respiro fundo, mas parece que tem uma porra de um punho apertando minha garganta.
Preciso de um segundo para colocar a cabeça no lugar.
Porque o que eu sinto agora não é só cansaço, é uma fúria que me suga mais do que co