Niccolai está morrendo.
Ele está me abandonando nessa poça de sangue. E não tem nada que eu possa fazer.
Levanto o rosto e olho pela janela, para a lua cheia, brutalmente linda e tão indiferente no céu que é como se fosse só mais uma noite comum, sem nenhum massacre aqui na Terra.
“Quando a lua selar sua filha em sinal e o círculo brilhar no corpo real, a lua de sangue e o rito ancestral erguem o alfa supremo letal”, penso na profecia.
— Soluna disse que o poder era meu… — volto meu olhar para