No instante em que meus pés pisam na sala de jantar, eu travo.
Niccolai está na mesa de café da manhã.
E isso é muito, muito estranho.
Nunca vejo o alfa pela manhã, nunca soube o que ele faz ou onde vai, e mesmo que esteja claro que ele já acabou de comer — com o corpo para trás na cadeira e um espaço vazio onde deveria haver um prato cheio — ele continua aqui.
— Por que você está em casa?
Puxo a minha cadeira, logo ao seu lado, e me sento.
— Vou ficar por aqui nos próximos dias — resp