Quando Patrícia chegou à casa de Anahí, foi recebida por Carlos, que abriu a porta com um sorriso acolhedor e um olhar profundo que a fez hesitar por um instante.
— Como vai, Patrícia? — perguntou ele, com a voz grave e tranquila, enquanto seus olhos brilhavam sob a luz suave do entardecer.
— Eu vou bem, e você? — respondeu ela, sentindo um leve calor subir às bochechas. “Que homem lindo… Deve ser o irmão da Anahí, Carlos.”
— Muito bem. Pode entrar, minha irmã a espera. — disse ele, abrindo