O resto foi uma dança silenciosa, onde os corpos falaram por si mesmos. O desejo se tornou uma linguagem própria, que os envolveu e os con-sumiu, mas nunca os separou. Cada toque, cada respiração compartilhada, fez com que a tensão que haviam construído por tanto tempo final-mente se dissipasse, deixando apenas o sabor doce da entrega mútua.
Era mais do que sexo; era a união de almas, a confirmação de algo que não precisava ser dito, mas que estava presente em cada olhar, em cada gesto. Eles se