Capitulo 18
Naquela noite, ao se deitar, Joaquim não conseguiu fechar os olhos. O rosto de Alina surgia em sua men-te, seus olhos brilhando, e ele se perguntava como poderia afastá-la. Como poderia controlar aquilo, se tudo dentro de si queria exatamente o oposto?

Era impossível. A guerra dentro de sua cabeça parecia não ter fim.

Naquela noite, deitado na cama que parecia mais fria e vazia do que nunca, Joaquim fitava o teto escuro, os pensamentos girando em um turbilhão. Ele tentou racionalizar o que havia dito a Alina, mas cada justificativa soava falsa até para ele mesmo.

"Foi só um momento de fraqueza. Ela não significa nada para mim. Eu estava bêbado. Não posso deixar isso me dominar."

Essas frases se repetiam como um mantra na mente de Joaquim, mas o eco que deixavam era de insatis-fação, de dor. A imagem de Alina o olhando com aqueles olhos grandes, confusos e magoados, o ator-mentava. Ele havia dito que ela podia sair com quem quisesse, que não se importava… mas era mentira. Só que adm
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