Capitulo 126

Alina. Ainda viva, mas visivelmente abalada. Sentada em uma cadeira de ferro, em um galpão sujo e escuro. Os olhos

inchados de chorar, os cabelos desgrenhados. Ela usava a mesma roupa da festa, agora amassada e suja. O medo estampado em seu rosto fez Joaquim cambalear para trás.

Ele grunhiu algo inaudível, jogando o celular com força contra a mesa. Alguns papéis voaram, e um dos computadores quase tombou.

— Filho da puta… — murmurou entre dentes cerrados, os olhos fixos na tela.

Verônica, que
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