Alina. Ainda viva, mas visivelmente abalada. Sentada em uma cadeira de ferro, em um galpão sujo e escuro. Os olhos
inchados de chorar, os cabelos desgrenhados. Ela usava a mesma roupa da festa, agora amassada e suja. O medo estampado em seu rosto fez Joaquim cambalear para trás.
Ele grunhiu algo inaudível, jogando o celular com força contra a mesa. Alguns papéis voaram, e um dos computadores quase tombou.
— Filho da puta… — murmurou entre dentes cerrados, os olhos fixos na tela.
Verônica, que