Depois, deitados lado a lado, ainda ofegantes, ele a puxou para seu peito, abraçando-a com força. O silêncio era confortável, preenchido pelo som de suas respirações desacelerando.
— Promete que não vai mais embora sem falar comigo? — ele perguntou, beijando o topo da cabeça dela.
— Prometo... — ela murmurou, aconchegada no calor dos braços dele. — Mas só se prometer que vai
continuar sendo meu abrigo.
— Eu já sou. Sempre fui. Mesmo quando não sabia — respondeu, apertando-a ainda mais contra o