O céu começava a clarear em Raventon, mas não com luz. Era uma alvorada estranha, acinzentada, como se o mundo respirasse com dificuldade. As árvores tremiam com um vento sibilante, e a terra parecia esperar algo.
Brianna acordou antes dos outros, seu corpo ainda aquecido entre as peles e o perfume dos dois homens que dividiam sua alma. Saiu devagar da cabana, envolta em um xale negro, e pisou na grama úmida. O cheiro de terra molhada estava forte. Havia algo no ar.
Ela sabia. Sentia. Algo se a