Bruno saiu do hospital com o coração em chamas. O ar da madrugada estava frio, mas ele mal sentia. Cada passo era pesado, como se sua alma carregasse chumbo. Quando finalmente se afastou o suficiente da entrada principal, sacou o celular, discou um número que poucos conheciam e, ao ser atendido, sua voz saiu firme, carregada de fúria:
— Descubra quem tentou contra a vida da Rafaella… e o destrua.
Do outro lado, apenas um “Sim, senhor” foi ouvido.
Ele desligou e ficou ali, encarando o vazio da n