O sol começava a descer no horizonte, tingindo o céu de tons dourados e alaranjados. O carro preto estacionou suavemente em frente à casa de Rafaella. Ela estava serena, com os cabelos presos de forma despretensiosa, os olhos perdidos no céu, como se estivesse organizando os pensamentos antes de enfrentar sua realidade novamente.
Bruno, ao volante, não queria que aquele dia terminasse. Não depois de tudo o que viveram — o reencontro intenso, os sentimentos antigos ressurgindo como brasas reacen