Bruno subiu do elevador e, ao virar o corredor do andar da cobertura, viu a silhueta de Izadora parada em frente à porta do seu apartamento. Estava com os braços cruzados, o semblante nervoso e a respiração acelerada.
— “Izadora? O que você tá fazendo aqui?” — perguntou ele, tentando manter a calma.
— “Eu preciso falar com você, é importante.”
Bruno respirou fundo e destrancou a porta.
— “Tudo bem. Entra.”
Ela entrou e olhou ao redor. Seu olhar logo pousou no sofá desalinhado, a taça de vinho e