A chuva fina cobria os vidros do carro enquanto Rafaella via a estrada desaparecer diante dos seus olhos. A perna latejava com uma dor constante, o corte aberto começava a infeccionar. A mansão dos Santos surgiu no horizonte como um castelo sombrio, envolto em silêncio.
Quando o portão se abriu, Rafaella sentiu um calafrio. Era como atravessar o limiar de uma prisão.
Dois seguranças a ajudaram a descer. Não com gentileza, mas com firmeza. Bruno já os aguardava na varanda. Braços cruzados, expre