O esconderijo na casa de Maria Regina durou apenas três dias. Foram dias de tensão, janelas fechadas, celulares desligados e sussurros. O medo era um hóspede constante.
Rafaella sabia que não podia ficar ali por muito tempo. Bruno tinha recursos, contatos, e principalmente… sede de controle. Ela sentia no ar que ele estava cada vez mais perto.
Na manhã do quarto dia, enquanto tomava café apressado, Maria Regina entrou na cozinha com o celular na mão, pálida.
— Ele sabe. Rafa, ele descobriu.
— O