O quarto está escuro. Rafaella deitada, fingindo dormir, com o coração disparado. Lá embaixo, a movimentação não para. Risadas. Vozes abafadas.
E então... ela escuta.
Passos. A porta de um dos quartos sendo fechada. Sussurros... risadas abafadas... e então:
— Bruno... me promete... me promete que depois... depois que essa criança nascer... somos só nós dois... — Izadora sussurra.
E a voz dele, abafada, mas firme:
— É só até o bebê nascer... depois disso... isso tudo... — ele respira pesado — vo