Rafaella, aninhada nos braços de Bruno, que a envolviam com uma intensidade diferente — como se não quisesse deixá-la escapar —, quebrou o silêncio com a voz serena, mas decidida:
— “Bruno… eu não me arrependo de hoje.”
Ele, que acariciava os cabelos dela com a ponta dos dedos, parou o movimento e a olhou nos olhos, atento.
— “Mas?” — perguntou, mesmo sem querer ouvir o que viria a seguir.
Rafaella respirou fundo e apoiou a mão no peito dele, sentindo o coração ainda acelerado.
— “Mas depois qu