Rafaella tentava manter o foco nos documentos, em sua luta para provar a própria inocência, em tudo que havia jurado para si mesma nunca mais permitir… Mas Bruno não desistiu. Não mais.
Ele a puxou novamente, com firmeza, com aquele olhar carregado de emoção — não só desejo, mas arrependimento, desespero, e algo que ela nunca viu antes com tanta clareza: amor.
— “Rafa… eu te amo.” — ele sussurrou, os olhos marejados. — “Você é a dona do meu coração. Sempre foi. Eu só demorei demais pra entender