— Patrão... — disse um dos homens de Bruno, ajeitando nervoso o boné enquanto entrava apressado na sala da empresa em São Paulo. — A gente tá vigiando o Santiago já tem mais de um mês… e... ele não tá com sua esposa nem com o filho. Nem sinal delas, patrão.
Bruno se virou devagar na cadeira, estreitando os olhos.
— Continua. — ordenou, frio.
— A gente já rodou tudo, seguiu ele em todos os lugares. Ele tá sozinho. Tá cuidando dos negócios dele, fechando contratos, mas... dela... nem sombra.
Quan