Rafaella agora sabia. Medo não era mais uma opção — não o medo que paralisa. Ela o substituíra por cautela e astúcia. Cada gesto dela era milimetricamente calculado. Sabia que Bruno a vigiava com os olhos, os ouvidos e a presença sufocante. Mas ela também sabia que ele não esperava ser desafiado onde se julgava invencível: na cama, na rotina, na obediência silenciosa.
Nos dias seguintes ao seu retorno, Rafaella seguiu todas as regras. Era pontual na faculdade, mantinha o tom respeitoso com os f