O carro preto parou diante da entrada lateral do Conservatório. Não havia escolta. Apenas Narelle, envolta num sobretudo cor de sangue seco, atravessando os portões com a firmeza de quem um dia governou impérios com um único olhar.
Foi recebida por Lian, visivelmente cansada.
— Ele está diferente — disse a monitora, quase em sussurro, como quem entrega um segredo de guerra. — Mais calmo. Não tenta morder ninguém há três dias. Nem falou com os espelhos.
Narelle arqueou uma sobrancelha.
— Isso