A tarde se arrastava sobre o Conservatório como uma nuvem grávida. As janelas embaçadas refletiam mais do que deixavam ver. Dentro de seu quarto, Luxor desenhava círculos concêntricos com o giz azul. Cada linha vibrava sob seus dedos como se ecoasse algo muito antigo — algo que ninguém ensinara, mas ele sabia.
A marca na nuca agora ardia levemente. Um calor insistente. Como se alguém o chamasse de longe.
Na outra ala da cidade, Narelle atravessava os corredores da Sede com passos que não pediam